"A Longa História de Vitor Morte e suas Formigas Mutantes Assassinas Amenstradas"RELEASE
há três anos quatro caras cansados do som comercial que era despejado nas rádios de belém resolveram fazer um rock com o que havia de melhor em suas influências, surge então a banda chamada Eros Primordial, esta fazia uma som alternativo, mas um dia as raizes falaram mais fortes e o verdadeiro rock and roll correu fervente nas veias destes garotos, com a integração do novo baixista Vitor "Morte" aos antigos integrantes da banda: Floyd, Alexandre "Android" e JB a banda decolou.
Com um repertório mais rock de raiz com influências de The Doors, The Who, Jimi Hendrix, Rolling Stones, Raul Seixas, Os Mutantes e tanto o Punk nacional quando o Punk de 70/80 proporcionou musicas como "Cefeína", "Totem Blues", "Perry White", "Monstro", entre outras que mostram um eximio Rock ´n´ Roll com atitude e sinceridade.
A evolução da instrumentalidade da banda e as letras/poesias criticas e bem formuladas do vocalista (Floyd), truxe um novo pensamento a respeito do desenvolvimento da banda. Um novo nome surge. JONNY MONEY, letra de musica representando, também, um altentico beatnik que com uma guitarra furiosa na mão quebra todos os preceitos morais de uma sociedade preconceituosa e conservadora.
Jonny Money é formada por Floyd (vocais), Alexandre "Android" (guitarras), Vitor "Morte" (baixo) e JB (bateria).
Contatos: Vitor (32270844/deadxoco@hotmail.com) Rafael (81837139)
LETRAS
PERRY WHITE
LETRA: Floyd Kaos
MÚSICA: Floyd Kaos, Vitor Morte, Android, Jaílson
Eu lhes digo meus amigos que um dia
Perry White acertou na loteria
Acostumado a dormir de barriga vazia
Passou a ter o que queria todo dia
Homem do pó e estátuas de cocaína
Carro importado e cheirando a gasolina
Princesa da tarde acorda de madrugada
Noites de sexo, bebidas e cara inchada
Perry White e Raimundo Strawberry
Quem com ferro fere
Perry White e Raimundo strawberry
Teu teflon agora adere
O grande homem nem chegou a sonhar
Com os amigos e inimigos que iria arrumar
Era a alegria de que o via na favela
Iluminando a rua com uma vela
De todas as mulheres a sua a mais bela
Meu deus do céu que mulher era aquela
Tudo o que o dinheiro podia comprar
As festas, as drogas e a bala que iria lhe matar
CIVILIZAÇÃO MERCENÁRIA
LETRA: Floyd Kaos
MÚSICA: Floyd Kaos, Vitor Morte, Android, Jaílson
Sociedades construídas sob sonhos destruídos
Seres alienados que vivem iludidos
Conceitos novos guardados em museus
Já tão perdidos pelos medos que são teus
Máquinas capitalistas, ferramentas, capital
Temos a visão de um lucro irreal
Faça da sua força a razão principal
E não aja indiferente como um ser irracional
Civilização
Noção, fração, razão.
Civilização
O preço, a moeda e sua cotação.
A LONGA HISTÓRIA DE VITOR MORTE E SUAS FORMIGAS MUTANTES ASSASSINAS AMESTRADAS
Letra: Floyd Kaos
Musica: Floyd, Vitor morte, Android e Jailson
Espalhava pela casa alguns venenos naturais
E extraia esses venenos de certos animais
Venenos mais humanos que outros declarados
E uma coleção de motores de carros roubados.
Conservava pedaços de gente num congelador
Para alimentar suas plantas carnívoras
Cine trash lindos filmes de horror
E sua religião não pregava o amor.
E o meu pão amanhecia
Teu boneco de vodu me fazia companhia
Penetrou em seu corpo veneno de escorpião
O sangue era o seu melhor combustível
A lista telefônica sua maior obsessão
E a sua paixão era movida a óleo diesel.
Um lança chamas que era herança de seu pai
E uma motosserra que nunca o trai
Lábios que exalavam prótons congelados
E vendia telefones que já vinham grampeados.
A tua cama falava como se implorasse
Para que eu ocupasse o outro lugar
Milhões de mensagens dizendo que me odiava
Que eu devia cair duro no lugar onde eu estava.
CAFEÍNA
LETRA: FLOYD KAOS
MÚSICA: FLOYDKAOS, VITOR MORTE, ALEXANDRE ANDROID, JAÍLSON
RESPIRAMOS CAFEÍNA AMANHECIDA DO ESCRITÓRIO
CERTA VEZ EU CONFUNDI SANITÁRIO E SANATÓRIO
TRABALHANDO SENTADOS E DORMINDO EM PÉ
OS PONTEIROS DO RELÓGIO DESAFIAM NOSSA FÉ
AGORA O QUE SENTIMOS É O SOL FRIO DAS MANHÃS
NÃO QUEREMOS MAIS CADEIRAS NÓS QUEREMOS É DIVÃS
SENTA AO MEU LADO NESSE COLETIVO
QUE EU IREI TE FALAR DA MINHA VONTADE DE ESCREVER UM LIVRO
EU PROMETO SER SÓ TEU AMIGO
MAS SÓ PROVAR DE TUA LIBIDO
IREI TE LEVAR PRA MORAR NO MEU ABRIGO
IREI TE LEVAR PRA MORAR NO MEU ABRIGO NUCLEAR
ANJOS E INSETOS
Letra: Floyd Kaos
Musica: Floyd Kaos, Vitor Morte,Alexandre Android, Jailson
Teu passado foi construído sob um piso muito incerto,
Sonhaste deitado numa nuvem de concreto,
O beijo de tua noiva é um veneno a pouco descoberto,
Um vôo de mãos dadas com meus anjos e insetos.
Admiro teu desejo de morrer
O jeito d e chamar meu nome
Faça o teu pedido
Que eu sacio a tua fome.
Eu já te falei que a polícia não bate na porta
E é lindo demais o jeito que você me corta
Inundam tua mente e deixam ela mais torta
E tudo o que pedes é pra que solte mais tua corda.
Cadê tua vontade de ter tua liberdade,
De abrir teus olhos e saber toda a verdade.
LUA DE VÊNUS
LETRA: FLOYD KAOS
MÚSICA: FLOYD KAOS, ALEXANDRE ANDROID, VITOR MORTE, JAÍLSON
Você que se preocupou com coisas pequenas
E não se preocupou em descobrir lugares,
Chegou a hora de se livrar dos problemas,
E se livrar de todos os seus males.
Se ninguém te ouve é o momento certo,
É a hora em que você deve gritar,
Faça com que sua voz ecoe no universo,
E toda a sua dor vai acabar.
Você que acha que já aprendeu tudo,
E que não há mais nada pra aprender,
Saiba que o universo é pequeno,
E ele está todo dentro de você.
TOTEM BLUES
LETRA: FLOYD KAOS
MÚSICA: FLOYD KAOS, VITOR MORTE, ALEXANDRE ANDROID, JAÍLSON
Pelo sangue de índios moicanos
E entulhos do muro de Berlim,
O que se esconde em bancos de Genebra,
É o que o mundo tem de ruim.
Eu perdi o trem de Londres,
Não ouvi o francês de Paris,
Violência em massa em São Paulo,
Tu não viu porque tu não quis.
Os mortos de fome na África
E exilados em Cabul,
Tristes pela irmã Argentina,
Refugiarão-se no Pólo do Sul.
Sintonize as rádios na Colômbia,
Sem lençol no Canadá,
Eu liguei pra ela anteontem,
Pra voltar de Bogotá.
Não chore pior mim ó menina,
Porque hoje eu não vou voltar,
Trago as rosas de Hiroshima
E chapéis panamá.
Com uma mala de pesos cubanos,
Tentou ser um homem de bem,
Como ter mente sã em Teerã
E ter paz em Jerusalém.
E lá na Roma do papa
Escondeu-se a verdade no mapa,
Aprender grego em Portugal
E morrer sem querer não faz mal.
O povo da China comunista,
Criou por ti uma repulsa,
Você tem medo de protestar
E ser filho da minha mãe Rússia.
FOGO
LETRA: FLOYD KAOS
MÚSICA: FLOYD KAOS, VITOR MORTE, ALEXANDRE ANDROID, JAÍLSON
Sentindo isso eu me levantei,
Com uma coragem que sabe deus de onde eu tirei,
Você me excitou, tirou e roupa de dentro e me falou,
Aquilo tudo que não deve ser citado,
Você exclamou me respondeu e me perguntou.
Fogo,
Me deixa ficar perto do teu fogo,
Me deixa querer ter tudo de novo.
Sinto muito lhe dizer que você não é a primeira,
Mas garanto que comeria crua e inteira,
Prometo que serás a derradeira,
A derradeira das estórias a ser contada por minha boca,
Você exclamou me respondeu e me perguntou
Lavando com condimentos do fundo teu ovário,
Me deixa ser mais uma vez o seu otário,
Como a clareza de um jogo de baralho,
Queremos mandar tudo para a casa do caralho,
Você exclamou me respondeu e me perguntou.
Bar Belém
Floyd Kaos
Há relutancia na abusividade de se ouvir os fonemas e onomatopéias trocando de forma e sentido,
Há ignorância em entender o que está escrito nas clausuras de tão desgastados papiros,
Não há sinceridade ou verdade quando contidos os sistemas dramáticos temáticos em uma sociedade,
Há perspicácia na criação e infames leis que sobrepujam os poderes de uma autoridade,
Eu lhe digo sinceramente meu bem, estou cansado ser um cão sarnento vagando nesta cidade,
De fumar um cigarro tão frio que não mais alimenta meu nervosismo ou minha ansiedade,
Ah mangueiras, tão lindas e tão verdes, um verde violento e fluorescente de doer na vista,
Agora que cheguei no fundo do copo, quero lhe falar meu amor da minha nova conquista,
A conquista do meu travesseiro, que por todas essas noites se tornou tão meu companheiro,
Da raiva que sinto da torneira, que insiste num patriótico pinga-pinga no banheiro,
Do meu medo de talvez nunca mais outra vez compreender o que eu ser incompleto digo,
Lhe digo querida sentados à mesa desse bar, corremos grande e inevitável perigo,
Perigo de nunca mais sermos vistos vislumbrando o sol deitando por detrás das ilhas,
Perigo de novamente cheirar-mos o pó ao que voltamos ou lamber-mos o líquido vazado de alcalinas pilhas,
Sei muito bem como bom brasileiro e semi-paraense que a política suja flui tão bem como a correnteza deste rio,
Mas guarde suas ferramentas e suas armas, pois eles virão e dirão que isto nunca existiu,
Te conto um segredo mas somente se me prometeres não contas a absolutamente ninguém,
Não olhe agora, apenas sorria, pois somos filmados, vigiados e observados em qualquer lugar deste
BAR BÉLEM.
INFLUÊNCIAS
tudo o que era feito de bom no rock and roll dos anos sessenta e setenta.
INTEGRANTES
alexandre android (Guitarra). floyd kaos (Voz). JB (Bateria). vitor morte (Baixo).
OUTRAS MÚSICAS
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