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01

MADAME SAATAN

"molotov"

02

ALÍVIO IMEDIATO

"fora do lugar"

03

JONNY MONEY

"radio xamã"

04

AEROPLANO

"tardia"

05

QUIMERA PORFIA

"blues da insônia"

REVERBERAçãO

heróis

Integrante Música Estilo

JONNY MONEY

Estilo: [Folk Rock][Garage Rock][Psicodelia][Punk Rock][RockNRoll]

Música destaque:

""

(clique para escutar)

RELEASE

há três anos quatro caras cansados do som comercial que era despejado nas rádios de belém resolveram fazer um rock com o que havia de melhor em suas influências, surge então a banda chamada Eros Primordial, esta fazia uma som alternativo, mas um dia as raizes falaram mais fortes e o verdadeiro rock and roll correu fervente nas veias destes garotos, com a integração do novo baixista Vitor "Morte" aos antigos integrantes da banda: Floyd, Alexandre "Android" e JB a banda decolou.

Com um repertório mais rock de raiz com influências de The Doors, The Who, Jimi Hendrix, Rolling Stones, Raul Seixas, Os Mutantes e tanto o Punk nacional quando o Punk de 70/80 proporcionou musicas como "Cefeína", "Totem Blues", "Perry White", "Monstro", entre outras que mostram um eximio Rock ´n´ Roll com atitude e sinceridade.

A evolução da instrumentalidade da banda e as letras/poesias criticas e bem formuladas do vocalista (Floyd), truxe um novo pensamento a respeito do desenvolvimento da banda. Um novo nome surge. JONNY MONEY, letra de musica representando, também, um altentico beatnik que com uma guitarra furiosa na mão quebra todos os preceitos morais de uma sociedade preconceituosa e conservadora.

Jonny Money é formada por Floyd (vocais), Alexandre "Android" (guitarras), Vitor "Morte" (baixo) e JB (bateria).

Contatos: Vitor (32270844/deadxoco@hotmail.com) Rafael (81837139)

 

LETRAS

 

 

PERRY WHITE

LETRA: Floyd Kaos

MÚSICA: Floyd Kaos, Vitor Morte, Android, Jaílson

Eu lhes digo meus amigos que um dia

Perry White acertou na loteria

Acostumado a dormir de barriga vazia

Passou a ter o que queria todo dia

Homem do pó e estátuas de cocaína

Carro importado e cheirando a gasolina

Princesa da tarde acorda de madrugada

Noites de sexo, bebidas e cara inchada

Perry White e Raimundo Strawberry

Quem com ferro fere

Perry White e Raimundo strawberry

Teu teflon agora adere

O grande homem nem chegou a sonhar

Com os amigos e inimigos que iria arrumar

Era a alegria de que o via na favela

Iluminando a rua com uma vela

 

De todas as mulheres a sua a mais bela

Meu deus do céu que mulher era aquela

Tudo o que o dinheiro podia comprar

As festas, as drogas e a bala que iria lhe matar

 

 

 

 

CIVILIZAÇÃO MERCENÁRIA

LETRA: Floyd Kaos

MÚSICA: Floyd Kaos, Vitor Morte, Android, Jaílson

Sociedades construídas sob sonhos destruídos

Seres alienados que vivem iludidos

Conceitos novos guardados em museus

Já tão perdidos pelos medos que são teus

Máquinas capitalistas, ferramentas, capital

Temos a visão de um lucro irreal

Faça da sua força a razão principal

E não aja indiferente como um ser irracional

Civilização

Noção, fração, razão.

Civilização

O preço, a moeda e sua cotação.

 

 

 

 

A LONGA HISTÓRIA DE VITOR MORTE E SUAS FORMIGAS MUTANTES ASSASSINAS AMESTRADAS

Letra: Floyd Kaos

Musica: Floyd, Vitor morte, Android e Jailson

Espalhava pela casa alguns venenos naturais

E extraia esses venenos de certos animais

Venenos mais humanos que outros declarados

E uma coleção de motores de carros roubados.

Conservava pedaços de gente num congelador

Para alimentar suas plantas carnívoras

Cine trash lindos filmes de horror

E sua religião não pregava o amor.

E o meu pão amanhecia

Teu boneco de vodu me fazia companhia

Penetrou em seu corpo veneno de escorpião

O sangue era o seu melhor combustível

A lista telefônica sua maior obsessão

E a sua paixão era movida a óleo diesel.

Um lança chamas que era herança de seu pai

E uma motosserra que nunca o trai

Lábios que exalavam prótons congelados

E vendia telefones que já vinham grampeados.

A tua cama falava como se implorasse

Para que eu ocupasse o outro lugar

Milhões de mensagens dizendo que me odiava

Que eu devia cair duro no lugar onde eu estava.

 

CAFEÍNA

LETRA: FLOYD KAOS

MÚSICA: FLOYDKAOS, VITOR MORTE, ALEXANDRE ANDROID, JAÍLSON

 

RESPIRAMOS CAFEÍNA AMANHECIDA DO ESCRITÓRIO

CERTA VEZ EU CONFUNDI SANITÁRIO E SANATÓRIO

TRABALHANDO SENTADOS E DORMINDO EM PÉ

OS PONTEIROS DO RELÓGIO DESAFIAM NOSSA FÉ

AGORA O QUE SENTIMOS É O SOL FRIO DAS MANHÃS

NÃO QUEREMOS MAIS CADEIRAS NÓS QUEREMOS É DIVÃS

SENTA AO MEU LADO NESSE COLETIVO

QUE EU IREI TE FALAR DA MINHA VONTADE DE ESCREVER UM LIVRO

EU PROMETO SER SÓ TEU AMIGO

MAS SÓ PROVAR DE TUA LIBIDO

IREI TE LEVAR PRA MORAR NO MEU ABRIGO

IREI TE LEVAR PRA MORAR NO MEU ABRIGO NUCLEAR

 

ANJOS E INSETOS

Letra: Floyd Kaos

Musica: Floyd Kaos, Vitor Morte,Alexandre Android, Jailson

Teu passado foi construído sob um piso muito incerto,

Sonhaste deitado numa nuvem de concreto,

O beijo de tua noiva é um veneno a pouco descoberto,

Um vôo de mãos dadas com meus anjos e insetos.

Admiro teu desejo de morrer

O jeito d e chamar meu nome

Faça o teu pedido

Que eu sacio a tua fome.

Eu já te falei que a polícia não bate na porta

E é lindo demais o jeito que você me corta

Inundam tua mente e deixam ela mais torta

E tudo o que pedes é pra que solte mais tua corda.

Cadê tua vontade de ter tua liberdade,

De abrir teus olhos e saber toda a verdade.

 

 

 

LUA DE VÊNUS

LETRA: FLOYD KAOS

MÚSICA: FLOYD KAOS, ALEXANDRE ANDROID, VITOR MORTE, JAÍLSON

 

Você que se preocupou com coisas pequenas

E não se preocupou em descobrir lugares,

Chegou a hora de se livrar dos problemas,

E se livrar de todos os seus males.

Se ninguém te ouve é o momento certo,

É a hora em que você deve gritar,

Faça com que sua voz ecoe no universo,

E toda a sua dor vai acabar.

Você que acha que já aprendeu tudo,

E que não há mais nada pra aprender,

Saiba que o universo é pequeno,

E ele está todo dentro de você.

 

 

TOTEM BLUES

LETRA: FLOYD KAOS

MÚSICA: FLOYD KAOS, VITOR MORTE, ALEXANDRE ANDROID, JAÍLSON

 

Pelo sangue de índios moicanos

E entulhos do muro de Berlim,

O que se esconde em bancos de Genebra,

É o que o mundo tem de ruim.

Eu perdi o trem de Londres,

Não ouvi o francês de Paris,

Violência em massa em São Paulo,

Tu não viu porque tu não quis.

Os mortos de fome na África

E exilados em Cabul,

Tristes pela irmã Argentina,

Refugiarão-se no Pólo do Sul.

Sintonize as rádios na Colômbia,

Sem lençol no Canadá,

Eu liguei pra ela anteontem,

Pra voltar de Bogotá.

Não chore pior mim ó menina,

Porque hoje eu não vou voltar,

Trago as rosas de Hiroshima

E chapéis panamá.

Com uma mala de pesos cubanos,

Tentou ser um homem de bem,

Como ter mente sã em Teerã

E ter paz em Jerusalém.

E lá na Roma do papa

Escondeu-se a verdade no mapa,

Aprender grego em Portugal

E morrer sem querer não faz mal.

O povo da China comunista,

Criou por ti uma repulsa,

Você tem medo de protestar

E ser filho da minha mãe Rússia.

FOGO

LETRA: FLOYD KAOS

MÚSICA: FLOYD KAOS, VITOR MORTE, ALEXANDRE ANDROID, JAÍLSON

Sentindo isso eu me levantei,

Com uma coragem que sabe deus de onde eu tirei,

Você me excitou, tirou e roupa de dentro e me falou,

Aquilo tudo que não deve ser citado,

Você exclamou me respondeu e me perguntou.

Fogo,

Me deixa ficar perto do teu fogo,

Me deixa querer ter tudo de novo.

Sinto muito lhe dizer que você não é a primeira,

Mas garanto que comeria crua e inteira,

Prometo que serás a derradeira,

A derradeira das estórias a ser contada por minha boca,

Você exclamou me respondeu e me perguntou

Lavando com condimentos do fundo teu ovário,

Me deixa ser mais uma vez o seu otário,

Como a clareza de um jogo de baralho,

Queremos mandar tudo para a casa do caralho,

Você exclamou me respondeu e me perguntou.

Bar Belém

Floyd Kaos

Há relutancia na abusividade de se ouvir os fonemas e onomatopéias trocando de forma e sentido,

Há ignorância em entender o que está escrito nas clausuras de tão desgastados papiros,

Não há sinceridade ou verdade quando contidos os sistemas dramáticos temáticos em uma sociedade,

Há perspicácia na criação e infames leis que sobrepujam os poderes de uma autoridade,

Eu lhe digo sinceramente meu bem, estou cansado ser um cão sarnento vagando nesta cidade,

De fumar um cigarro tão frio que não mais alimenta meu nervosismo ou minha ansiedade,

Ah mangueiras, tão lindas e tão verdes, um verde violento e fluorescente de doer na vista,

Agora que cheguei no fundo do copo, quero lhe falar meu amor da minha nova conquista,

A conquista do meu travesseiro, que por todas essas noites se tornou tão meu companheiro,

Da raiva que sinto da torneira, que insiste num patriótico pinga-pinga no banheiro,

Do meu medo de talvez nunca mais outra vez compreender o que eu ser incompleto digo,

Lhe digo querida sentados à mesa desse bar, corremos grande e inevitável perigo,

Perigo de nunca mais sermos vistos vislumbrando o sol deitando por detrás das ilhas,

Perigo de novamente cheirar-mos o pó ao que voltamos ou lamber-mos o líquido vazado de alcalinas pilhas,

Sei muito bem como bom brasileiro e semi-paraense que a política suja flui tão bem como a correnteza deste rio,

Mas guarde suas ferramentas e suas armas, pois eles virão e dirão que isto nunca existiu,

Te conto um segredo mas somente se me prometeres não contas a absolutamente ninguém,

Não olhe agora, apenas sorria, pois somos filmados, vigiados e observados em qualquer lugar deste

 

BAR BÉLEM.


INFLUÊNCIAS

tudo o que era feito de bom no rock and roll dos anos sessenta e setenta.


INTEGRANTES

alexandre android (Guitarra). floyd kaos (Voz). JB (Bateria). vitor morte (Baixo).


GALERIA

[21.12.07]

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